Tenho andada perdida entre tantos textos, rascunhos, fotografias e lembranças. Tento ocupar-me para que o tal pensamento não retorne, tenho me mantida atenta ao presente e ao que ele tem me oferecido, mas é inevitável não pensar no que será do "passado" no futuro tão próximo que bate a porta.
Não quero esquecer, mas sei que vai cicatrizar. Tá, vai...podia ter sido diferente, mas não foi. Agora só me resta esperar e escrever. Hoje definitivamente mais escrever que esperar. E assim será por alguns longos e intermináveis meses. E se houver lapsos de saniedade mental, festejar o fim e o reinício. A única certeza é que está cada vez mais distante ao mesmo tempo tão perto a hora de dizer tchau. Mas quem vai querer dizer o último adeus e deixar tanta coisa para trás? Eu não!
"Andei por tantas ruas/ São histórias esquecidas/ Que um dia eu quis contar pra você" - As [TANTAS!] cartas que eu não mando, Leoni
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
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